
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Para Murilo
Não sei como, quando e onde chegou na minha vida. Sinceramente, não lembro se foi dentro do ônibus ou se foi assistindo aula...ou os dois! Não me pergunte o ano! Deve ter sido entre 2003 e 2005...deve ter sido.
Só sei que foi a Universidade Federal do Ceará que te trouxe para mim... A UFC só poderia me trazer coisas boas mesmo, hein, Murilinho?
Generoso ao extremo, justo, honrado, bondoso, jovial, leve, tímido, fiel, companheiro, confiável, pacífico, AMIGO.
É...O que seria de mim sem você para alegrar meus dias, para me ouvir, para me ajudar, para pedir minha opinião, para dividir o fone de ouvidos no ônibus, para me doar seu ombro?
Esse seu jeito manso me conquistou. Ganhou mais que minha amizade sincera e fiel, você tem um lugar especial aqui no meu coração e na minha vida.
Para todo o sempre.
em construção...
Só sei que foi a Universidade Federal do Ceará que te trouxe para mim... A UFC só poderia me trazer coisas boas mesmo, hein, Murilinho?
Generoso ao extremo, justo, honrado, bondoso, jovial, leve, tímido, fiel, companheiro, confiável, pacífico, AMIGO.
É...O que seria de mim sem você para alegrar meus dias, para me ouvir, para me ajudar, para pedir minha opinião, para dividir o fone de ouvidos no ônibus, para me doar seu ombro?
Esse seu jeito manso me conquistou. Ganhou mais que minha amizade sincera e fiel, você tem um lugar especial aqui no meu coração e na minha vida.
Para todo o sempre.
em construção...
Chegando a Macondo
Todas às vezes que leio Gabriel Garcia Marquéz...
Chego a conclusão que estou concordando cada vez mais com o autor de "Cien Años de Soledad", me sinto como diante de um pelotão de fuzilamento, mas com o pensamento na lembrança do dia em que meu pai me levou para ver o gelo pela 1ª vez. E para me certificar dessa impressão retorno às suas leituras e compreendo que a verdade é que estou vivendo como alguém que ler e reler livros porque tem saudades dos personagens, porque vivo como essa leitora mais-que-fiel, espectadora de todos os acontecimentos que se desenrolaram de forma tão inexplicável, incrível e que culmiram na devastação daquele povoado, deste povoado que se encontra em cada um de nós todos e do que habita aqui dentro...
Em mim.
Entre experiências, impressões, pensamentos, esperanças, certezas e saudades.
Me pergunto: E se eu estiver mesmo em Macondo? Macondo...
Com suas águas transparentes moldando as pedras que mais parecem ovos de dinossauros, o clima agradável, as casinhas bancas, os pássaros que cantam ao meio-dia e fazem a vila parecer uma valsa, com seu cemitério virgem, os doces em formato de animais, os peixinhos de ouro, a Rua dos Turcos e a praça onde se instalavam os ciganos que vinham todo março.
E me respondo: Eis-me aqui, Macondo!
Mas aqui estou, corajosa, taciturna, solitária e decidida a ser a desbravadora da minha Macondo interior, depois de muitos anos descobrindo onde poderia chegar, muito tempo até decidir o momento de reler e de reescrever e publicar aqui o que descobri e construir esse povoado "dónde quiero llegar".
Aqui se encontra uma Mulher, sobretudo, disposta a se encarar como numa leitura, como que vislumbrando um painel, como nos dias de poesia ou nos dias de guerra. Com a única certeza que se teve até hoje: É sobre a simplicidade onde repousa o segredo da felicidade...
Sejam Bem-Vind@s!
Descubram-me!
Descubram-se...
Chego a conclusão que estou concordando cada vez mais com o autor de "Cien Años de Soledad", me sinto como diante de um pelotão de fuzilamento, mas com o pensamento na lembrança do dia em que meu pai me levou para ver o gelo pela 1ª vez. E para me certificar dessa impressão retorno às suas leituras e compreendo que a verdade é que estou vivendo como alguém que ler e reler livros porque tem saudades dos personagens, porque vivo como essa leitora mais-que-fiel, espectadora de todos os acontecimentos que se desenrolaram de forma tão inexplicável, incrível e que culmiram na devastação daquele povoado, deste povoado que se encontra em cada um de nós todos e do que habita aqui dentro...
Em mim.
Entre experiências, impressões, pensamentos, esperanças, certezas e saudades.
Me pergunto: E se eu estiver mesmo em Macondo? Macondo...
Com suas águas transparentes moldando as pedras que mais parecem ovos de dinossauros, o clima agradável, as casinhas bancas, os pássaros que cantam ao meio-dia e fazem a vila parecer uma valsa, com seu cemitério virgem, os doces em formato de animais, os peixinhos de ouro, a Rua dos Turcos e a praça onde se instalavam os ciganos que vinham todo março.
E me respondo: Eis-me aqui, Macondo!
Mas aqui estou, corajosa, taciturna, solitária e decidida a ser a desbravadora da minha Macondo interior, depois de muitos anos descobrindo onde poderia chegar, muito tempo até decidir o momento de reler e de reescrever e publicar aqui o que descobri e construir esse povoado "dónde quiero llegar".
Aqui se encontra uma Mulher, sobretudo, disposta a se encarar como numa leitura, como que vislumbrando um painel, como nos dias de poesia ou nos dias de guerra. Com a única certeza que se teve até hoje: É sobre a simplicidade onde repousa o segredo da felicidade...
Sejam Bem-Vind@s!
Descubram-me!
Descubram-se...
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